31/12/2006
A cinomose, doença que ataca em especial aos cães, está sendo mais um responsável pelo sacrifício de animais em Penápolis. A principal ainda é a leishmaniose, epidemia que há muito tempo vem sendo combatida pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica de Penápolis e que chega a sacrificar em média dez cães por dia. A cinomose, que já está sendo considerada como um surto não só em Penápolis, mas também em municípios da Comarca, está obrigando os responsáveis pelo controle de epidemias a promover o sacrifício dos animais. A doença infecto-contagiosa afeta somente os cães entre os animais domésticos e canídeos silvestres e é transmitida por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio. Em local quente e úmido, ele dura menos de um mês, além de ser muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns. A principal causa do surto é a não vacinação dos cães. Quando eles começam a apresentar sintomas, existe tratamento, mas a recuperação depende do estado e do sistema imunológico de cada cachorro. Como a doença não tem cura, em muitos casos é necessário o sacrifício. A cinomose é muito parecida com o sarampo, com contágio feito pelo ar. (SRF)
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