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Diário de Penápolis

Cidade & Região

30/10/2008

Rubéola: Penápolis passará por monitoramento em novembro

A cidade de Penápolis passará por um monitoramento de cobertura vacinal da campanha contra rúbeola no mês de novembro pela Secretaria Municipal de Saúde, GVE XI-Araçatuba e OPS (Organização Panamericana de Saúde).
O objetivo deste monitoramento é, caso o município não apresente uma cobertura vacinal igual ou superior a 95% contra rubéola, não receberá o certificado de área livre da doença, concedido pela OPS e OMS (Organização Mundial de Saúde). Segundo explicou o enfermeiro técnico responsável pela Vigilância Epidemiológica de Penápolis, Alexandre Pereira Almeida, a cidade tem uma população de 18.973 pessoas entre 20 a 39 anos, que são homens e mulheres para serem vacinados contra a rubéola. “Deste total, apenas 9.488 mulheres e 9.485 homens foram vacinados, o que representa 78,98% das mulheres e 75,76% dos homens” comenta. Alexandre cita que a taxa cobertura vacinal geral contra rubéola foi de 77,37% do total, sendo que a cobertura ideal e estipulada pelo Ministério da Saúde é de 95%.
Para que a cidade possa ser contemplada com esse certificado, é necessário que homens e mulheres entre 20 a 39 anos, que ainda não tomaram a vacina, procurem a unidade de saúde mais próxima de sua residência (Macro I, Macro II e Macro III), e tome a vacina o mais rápido possível. “Lembramos que a rúbeola quando atinge a mulher grávida torna-se uma doença grave, pois causa aborto ou o bebê pode nascer com surdez, cegueira, doenças do coração e retardo mental que perduram por toda a vida”, destaca.
De acordo com a Lei Orgânica de Saúde, respectivamente a lei número 8080 de 19 de setembro 1990, destaca sobre a Secretária Municipal de Saúde, em suas atribuições legais, dispõe sobre prevenção, promoção e recuperação da saúde, ressaltando a importância da população em se conscientizar sobre a prevenção de doenças, assim sendo de suma importância à vacinação de adultos contra a rúbeola, principalmente os homens, por serem portadores assintomáticos e maiores transmissores do vírus da doença.
“Contamos com a colaboração da população e vamos fazer de Penápolis um município livre da rúbeola e SRC (Sindrome da Rúbeola Congênita)”, finaliza Alexandre. (IA)


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