29/05/2008
Com poucos dias de trabalho, a primeira frentista de Avanhandava conta que conseguiu se adaptar sem dificuldades ao novo serviço, que até então sempre foi privilégio dos homens. Catiele Aparecida dos Santos Correa Leite, 27, está há pouco mais de um mês como frentista do posto D 2000. Mãe de duas filhas, durante 8 anos, ela vendeu pães caseiros a domicilio.
Ela ficou sabendo que havia uma vaga de frentista e decidiu aceitar o desafio. “Não cheguei a fazer teste, comecei a trabalhar e acho que estou me saindo bem”, relata Catiele. Segundo ela própria, já era intenção da direção do posto contratar uma mulher e coube a ela segurar a oportunidade de emprego. “É uma experiência nova e estou gostando bastante”, manifestou.
Evangélica, Catiele revela acreditar que a vaga de emprego foi preparada por Deus, porque havia pedido uma ajuda nesse sentido na igreja que freqüenta. A nova frentista afirma que teve e está tendo todo o apoio dos colegas de trabalho. “Eles tem sido muito bacana comigo e não houve nenhum problema de discriminação por ser mulher”. (OV)
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