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Diário de Penápolis

Cidade & Região

08/04/2008

Dengue está sob controle em Avanhandava

Se a situação da dengue está causando preocupação em outras localidades do país, em Avanhandava não há motivos para alarme por parte da população. É o que informam as autoridades da Vigilância Sanitária do município. As últimas informações são de que o índice de Breteau, que mede a infestação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre amarela, está em 2,1%. Esse índice já foi bem maior em outros tempos.    
Nos primeiros três meses de 2008, foi registrado apenas um caso suspeito de dengue clássica, mas a pessoa, residente no bairro padre “Natal Cremasco”, nem precisou ficar hospitalizada. O resultado do exame, conforme foi informado pela Vigilância Sanitária, ficaria pronto durante esta semana. 
Em 2007, foram registrados em Avanhandava 53 casos de dengue clássica. “O período mais crítico para o aparecimento de casos de dengue, que é durante o período chuvoso do início do ano, já passou, mas isso não quer dizer que não estejamos atentos ao problema da dengue”, explicou Ayres Junqueira, coordenador da Vigilância Sanitária.  A semana que passou foi considerada como a Semana Estadual de Combate à dengue. Algumas ações foram desenvolvidas pelas autoridades de Saúde no município, como palestras nas escolas e distribuição de folhetos explicativos e cartazes sobre o perigo da dengue. De acordo com Ayres Junqueira, o trabalho de prevenção em Avanhandava é feito diariamente e casa a casa, através dos agentes do Programa de Saúde da Família (PSF) e ainda com peças de teatro nas escolas. Essas iniciativas, segundo ele, tem tido boa aceitação.

Explosão
Em outras épocas, principalmente no começo dos anos 90, o índice de Breteau explodia em Avanhandava, trazendo bastante preocupação aos moradores. Em um dos anos, nos primeiros meses o índice chegou a atingir 15,56% e 15,63%, ficando bastante acima dos limites tolerados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Por diversas vezes várias localidades receberam a aplicação de pulverização (fumaça) para eliminar o mosquito, expediente não mais utilizado nos dias de hoje pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen). (OV)


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