19/09/2007
O frentista José Carlos Pinto, 43 anos, conhecido pelo apelido de “Deda”, acusado da morte de sua esposa, Edna Rodrigues Magrini Pinto, em crime ocorrido por volta das 00h20 do dia 11 de abril de 2006, estará sentado no banco dos réus hoje, a partir das 09h00 no Fórum de Penápolis. Será o último de uma série de quatro procedimentos ocorridos este mês. Conforme apurado pela Polícia e o Ministério Público, o crime ocorreu na residência do casal, na rua Cinco, no Jardim dos Sonhos, em Penápolis e teria sido motivado pelo fato de Deda não aceitar a separação conjugal. Com várias facadas, a maioria na região torácica, a mulher foi morta dentro de sua residência. No dia do fato, segundo o que foi concluído no inquérito policial, Deda, que trabalhava em um auto posto, distante cerca de um quilômetro de sua residência, deixou o serviço um pouco antes do habitual e ao chegar em casa e deparar com a mulher pegou uma faca de cozinha e desferiu os golpes, vitimando-a fatalmente. Como não houve testemunha, não ficou confirmado se o casal chegou a discutir antes do crime. Edna, segundo consta, havia ajuizado a ação de separação, o que teria deixado o marido revoltado. Após desferir os golpes Deda tentou se matar, desferindo um golpe contra seu pescoço. Ele foi socorrido a tempo e sobreviveu. Deda será defendido pelo advogado Luiz Gustavo F. Fornazari. (SRF)
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