07/07/2007
O prefeito de Penápolis, João Luís dos Santos, esteve esta semana no DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes), em Brasília, reiterando o pedido de solução para os problemas gerados pela linha férrea em nossa cidade. Na reunião ficou acertada a vinda de técnicos do DNIT a Penápolis, no mês de agosto, para análise do problema e apresentação de alternativas.
João Luis reuniu-se com o diretor de Infra-Estrutura Ferroviária do DNIT, Luiz Fernando de Pádua Fonseca, e com a coordenadora geral de Patrimônio Ferroviário, Zilda Maria dos Santos Mello. O prefeito apresentou um estudo para a relatório detalhado, ilustrado com fotos, demonstrando os efeitos negativos dos trilhos da ferrovia em Penápolis.
“Além de dividir a cidade em dois setores, a ferrovia tem causado outros problemas ao município. O transporte de cargas perigosas, como combustíveis, passando pelo centro da cidade é um exemplo”, disse o prefeito. “E temos observado que nos últimos meses tem aumentado a freqüência da passagem dessas composições por Penápolis”, completou.
Outra situação apontada pelo prefeito no relatório é o número cada vez maior de vagões nas composições que passam pela cidade. “Já observei trens com mais de 120 vagões. Considerando que a manutenção da ferrovia é bastante precária, isso representa riscos maiores de acidentes, com possíveis prejuízos á população”, ponderou. “Se a nossa cidade surgiu, cresceu e dinamizou no entorno da Rede Ferroviária, hoje essa realidade mudou. Com a crescente utilização da ferrovia, hoje corremos risco com o transporte de cargas perigosas, além do aumento dos incômodos no trânsito de veículos e pedestres” afirmou o prefeito.
Alternativa
Como resultado da audiência do prefeito no DNIT, foi formalizado um convênio para elaboração de projeto técnico que visa buscar uma solução ao problema causado atualmente pela ferrovia. A Diretoria de Infra-Estrutura Ferroviária do DNIT deve enviar a Penápolis um grupo de técnicos do DNIT a fim de realizar estudos e verificar a melhor alternativa para minimizar o problema. “A previsão é de que isso ocorra já em agosto”, adiantou o prefeito. A transposição da linha férrea, mudança de trajeto, rebaixamento da ferrovia ou construção de viadutos são algumas das alternativas. “Os técnicos vão verificar a saída mais viável e que tenha menor custo financeiro. Qualquer que seja a alternativa, porém, os custos serão asusmidos pelo governo federal”, concluiu. Secom – PMP
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