10/07/2022
Um levantamento feito pelo Instituto Cidades Sustentáveis (ICS) apontou São José do Rio Preto (SP) em 30º lugar no ranking das cidades mais sustentáveis do Brasil. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8) e foram feitos a partir da análise de 5.570 municípios com base nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
A melhor colocada na região é Fernandópolis (SP), que ficou em 13º lugar, com 63, 21 pontos. Rio Preto teve 62,21 pontos. Jales, 61,90 pontos. Catanduva teve 61,32 pontos.
Em primeiro lugar está São Caetano do Sul (SP), com 65,62 pontos. A cidade pior colocada no Brasil é Santana do Araguaia (PA).
METAS
Das 17 metas propostas pela ONU, Rio Preto atingiu até agora três: Proteger a vida marinha (esgotos tratados antes de chegar ao mar, rios e córregos); Indústria, inovação e infraestrutura (investimento público com proporção do PIB) e participação de empregos em atividades intensivas em conhecimento e tecnologia e, por último, Energias renováveis e acessíveis (domicílios com acesso à energia elétrica e vulnerabilidade energética).
OBJETIVO
A Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) surgiram em 2015 como um grande pacto supranacional para o enfrentamento dos principais desafios globais. Assinado por autoridades dos 193 Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o Brasil, o acordo logo se apresentou como uma ambiciosa agenda comum para nações de todos os continentes.
Com o propósito de promover universalmente a prosperidade econômica, o desenvolvimento social e a proteção ambiental, a Agenda 2030 trata de questões que requerem a participação ativa de todos – governos, sociedade civil e setor privado.
No entanto, o aspecto abrangente e integrado dos 17 objetivos e 169 metas, necessário para estabelecer um conjunto de ações para países com realidades muito distintas, trouxe um desafio a mais para as cidades de modo geral, no Brasil e no mundo.
O IDSC-BR pretende gerar um movimento de transformação na gestão pública municipal. A intenção é orientar a ação política de prefeitos e prefeitas, definir referências e metas com base em indicadores e facilitar o monitoramento dos ODS em nível local. Há um índice para cada objetivo e outro para o conjunto dos 17 ODS, de modo que seja possível avaliar os progressos e desafios dos municípios brasileiros para o cumprimento da Agenda 2030, de modo geral, e para cada objetivo que ela estabelece, em particular. (Com SBT Interior)
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