22/12/2024
Confesso meu saudosismo. Exacerbado nos últimos tempos, diante do espetáculo surreal em todos os setores. Mas neste Advento, a lembrança dos Natais de minha infância chega a doer, de tão presente e tão enternecedora.
Tudo começava com os preparativos para a montagem do presépio. Buscar serragem na marcenaria. Tingi-lo de verde. Encontrar uma fórmula de esconder os vasos com plantas ornamentais que minha mãe preparava. Quando surgiu o “papel pedra”, essa etapa foi bem resolvida.
Contemplar os presentes singelos que surgiam nas vitrines das casas comerciais das quais se conhecia o dono e se compra [...]
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