22/11/2006
De acordo com normas impostas pelo Governo Federal, o PSF (Programa Saúde da Família), que, em Penápolis, é vinculado ao SOS (Serviço de Obras Sociais), deve ficar sob a responsabilidade da administração municipal.
A exigência da mudança causou a insatisfação dos agentes, uma vez que, diante da alteração, os trabalhadores passam a ser considerados servidores públicos e, portanto, só podem ser admitidos mediante concurso. A discussão foi levada à Câmara de Vereadores na sessão da última segunda-feira, junto com projeto para criação do emprego de agente comunitário. De acordo com a Assessoria de Imprensa da Câmara, este projeto é de autoria da própria administração e sua discussão foi cancelada a pedido do vereador Ziza, que estaria atendendo um pedido dos próprios agentes. Uma das reclamações dos trabalhadores seria quanto ao salário previsto no projeto, estipulado em um salário mínimo, valor considerado baixo pelos agentes. A discussão deverá ser ampliada pela própria Câmara, com a reunião de vereadores junto aos agentes, médicos e enfermeiros do programa. A idéia é chegar a um consenso para que, na sessão da próxima segunda-feira, o assunto possa ser retomado e o projeto, votado.
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