14/01/2026
COERÊNCIA | Defender direitos humanos, liberdade e democracia não pode ser um exercício seletivo, guiado por simpatias ideológicas ou conveniências geopolíticas. Ou se é contra regimes autoritários em qualquer lugar do mundo, ou o discurso perde força e credibilidade. A defesa da vida, da liberdade de expressão, do direito de ir e vir e da dignidade humana deve ser universal. Quando a indignação é aplicada apenas a alguns casos e o silêncio se impõe diante de outros, não se trata de luta por direitos, mas de narrativa. E narrativas, por mais barulhentas que sejam, não substituem princípios.
Confira este entre outros comentários na "Coluna em Ação", de Filipe Pinheiro.
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