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Diário de Penápolis

Cidade & Região

27/12/2024

Penápolis e região: vendas de imóveis sobem, mas locações têm queda

DA REDAÇÃO

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo ao mês de novembro de 2024, comparando os números obtidos nos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de Outubro de 2024 em Araçatuba, Penápolis e região.
Foram consultadas 86 imobiliárias das cidades de Alto Alegre, Andradina, Aparecida D'oeste, Araçatuba, Auriflama, Birigui, Buritama, Clementina, Gabriel Monteiro, Guararapes, Ilha Solteira, Jales, Luiziania, Nova Castilho, Palmeira D'oeste, Paranapuã, Penápolis, Piacatu, Santa Fe Do Sul, Santo Antônio Do Aracangua, São João Das Duas Pontes, Urania e Valparaiso.
As vendas apresentaram alta de 19,7% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve queda de 27,4%. Vendas - Casas: 77%; apartamentos: 23%. Locações - Casas: 90%; apartamentos: 10%.

Vendas
A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou em até R$ 200 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil de 100 até 200 m². A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios, com área útil de 50 a 100 m². 31,9% das propriedades vendidas em Novembro estavam situadas na periferia, 23,4% nas regiões centrais e 44,7% nas áreas nobres.
Com relação às modalidades de venda, 51,1% foram financiadas pela CAIXA, 8,9% por outros bancos, 8,9% diretamente pelos proprietários, 31,1% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 0% no período.

Locações
A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou em até R$ 1.000,00. A maioria das casas era de 3 dormitórios com 50 até 100 m² de área útil. A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios com 50 a 100 m² de área útil. A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o fiador. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (63%), na região central (29%) e nos bairros mais nobres (8%).
E daqueles que encerraram os contratos de locação, 38,1% optaram por aluguéis mais baratos, 28,6% por aluguéis mais caros e 33,3% não justificaram o motivo da mudança.

(Com A/I CRECISP)


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