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Diário de Penápolis

Cidade & Região

16/08/2024

Chuva de meteoro "desenha" o céu da região

DA REDAÇÃO

Considerada uma das maiores e mais aguardadas chuvas de meteoros do ano, a Perseidas desenhou o céu de Nhandeara, cidade a 99km de Penápolis. O fenômeno atingiu o pico na segunda (12) e terça-feira (13) e foi capturado pela estação de um observatório de astronomia localizado naquele município.
No período, foi possível observar até 300 meteoros durante a noite, no norte do país, tornando essa chuva especialmente impressionante. No noroeste de SP, o inverno favorece as condições para ver o fenômeno.
As Perseidas podem ser vistas anualmente de meados de julho até o final de agosto, e neste ano, mesmo com a lua iluminada em 50% durante o pico, os meteoros puderam ser observados a olho nu, a partir da meia-noite até o amanhecer.
À reportagem, o astrônomo amador Renato Cássio Potrinieri explicou que o diferencial desta chuva são os meteoros longos e com coloração alaranjada. Ela possui esse nome porque o radiante, onde a chuva começa, está na constelação de Perseu.
As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra atravessa um rastro de meteoros. Neste caso o rastro é denominado de nuvem Perseida e se estende ao longo da órbita do cometa Swift-Tuttle.
A nuvem consiste em partículas ejetadas pelo cometa durante a sua passagem perto do Sol. A maior parte do material presente na nuvem, atualmente, tem aproximadamente 1 mil anos. No entanto, existe um filamento relativamente recente de poeiras neste rastro proveniente da passagem do cometa em 1862.
“Esta chuva de meteoros eu a acompanho há muitos anos. Em 2015 ela foi linda, depois ficou fraca de novo e, este ano, foi legal. Ver eles ao vivo e observar o céu é fantástico. O inverno é a melhor época do ano para observar os astros e o céu", explica o astrônomo amador.

Fenômeno
A chuva de meteoros é um fenômeno atmosférico no qual um conjunto de meteoros é observado entrando na atmosfera terrestre, em uma mesma região no céu.
Os meteoros representam a entrada de fragmentos na atmosfera, com velocidades muito altas. Eles ficam incandescentes após atrito com os gases que compõem a nossa atmosfera. A maioria dos meteoros é pequena e, por isso, desintegra-se e não atinge a superfície do planeta.

(Com g1 Rio Preto e Araçatuba)


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