18/02/2016
Transtornos para os vizinhos, vandalismo e outros problemas em trecho do loteamento Mais Parque e nas imediações da loja de conveniência no Posto Cipel, no centro da cidade, repercutiram segunda-feira na sessão da Câmara Municipal de Penápolis. Os locais registram grande aglomeração de jovens no período noturno e têm sido crescente o número de reclamações de perturbação, além de prejuízos.
O vereador Fábio Pereira da Silva, o Fabinho (PSDB), considerou que a situação no Mais Parque está muito difícil. “É terrível o vandalismo, o som alto no Mais Parque, também conhecido como Mais Mato”, afirmou o tucano.
O vereador Jonas do Povo (PROS), autor de requerimento à Polícia Militar para intensificar as rondas no Mais Parque, relatou que a região sofre depredação, principalmente na área de lazer do bairro.
O vereador Francisco José Mendes, o Tiquinho (PSDB), lamentou que a estrutura excelente de lazer do Mais Parque seja estragada em ações de vandalismo. “É um lindo espaço público. Quebram garrafas, os vizinhos são perturbados com som alto”.
O vereador Zeca Monteiro (PT), falou que nas imediações da loja de conveniência do Posto Cipel são centenas de jovens no período noturno nos finais de semana, havendo também consumo de bebida alcoólica por menores de idade. “Vamos ter que definir por lei como isso pode ser resolvido”.
O vereador Ricardinho Castilho (PV), citou que em Tupã, casos semelhantes aos reclamados em Penápolis em pontos de grandes aglomerações foram resolvidos a partir do rigor de um delegado de polícia com o encaminhamento de várias pessoas à delegacia para prestar esclarecimentos.
O vereador Rodolfo Valadão Ambrósio, o “Dr. Rodolfo” (PROS), disse que falta bom senso nas aglomerações. “Confundem liberdade com libertinagem. Após o final de semana, perto do Posto de Saúde central, parece que passou um furacão”.
O presidente da Câmara Municipal, Alexandre Gil (PT), informou que também recebeu reclamações de moradores sobre a perturbação na região central e defendeu solução com urgência.
O vereador Nardão Sacomani (DEM), citou que existe a lei do silêncio e que mesmo estabelecimentos em área para funcionamento 24 horas, a prefeitura poderia restringir o tempo no alvará.
O vereador José Santino, o Zezinho Leiteiro (PT), considerou que a cidade possui pouco espaço para diversão da juventude e que a alternativa viável é a manutenção com melhor ordenamento deles.
O vereador Lucas Casella (PROS), repercutiu que o efetivo da polícia militar não cresceu na mesma proporção que o município. “Também temos que conscientizar os adolescentes e jovens sobre o que estão depreciando na parte pública é deles, que aquilo que eles têm hoje, podem não ter amanhã”.
Imprensa/Câmara
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