05/05/2018
DA REDAÇÃO
O restabelecimento da economia brasileira está acontecendo de maneira mais morosa do que o esperado e com isso o desemprego continua a crescer e hoje atinge 13,7 milhões de trabalhadores no país.
De acordo com dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos três primeiros meses de 2018, o total de pessoas empregadas no setor privado com carteira de trabalho assinada, foi de 2,9 milhões, o que representa um declínio de 1,2% em relação ao trimestre antecessor.
No mercado informal, o desemprego também aumentou. Entre os meses de janeiro e março deste ano, a quantidade de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,7 milhões de pessoas) recuou em 402 mil pessoas. Com este panorama que ainda reflete as consequências da crise, o trabalhador atual precisa saber lidar com o desemprego e descobrir novas formas de conquistar um novo emprego.
Para isso, a consultora e diretora da empresa Leaders HR – Consultants, Astrid Vieira, lista algumas das principais ações e atitudes que devem ser desenvolvidas e colocadas em prática por parte dos brasileiros que procuram se recolocar no mercado de trabalho. Astrid explica que em consequência do desemprego e instabilidade econômica, muitas pessoas vêm desenvolvendo distúrbios emocionais e físicos que atrapalham significativamente em sua recolocação no mercado. “Para essas pessoas, é imprescindível que procurem pela ajuda profissional de um coach ou psicólogo para que sejam desenvolvidas defesas e resistência contra doenças como a síndrome do pânico, depressão, ansiedade, gastrite nervosa, dentre outras”, comenta.
A consultora também aconselha que o desempregado se mantenha ocupado durante o período ocioso. “No tempo em que se encontra sem emprego, os trabalhadores precisam permanecer ativos. Seja na procura por vagas de emprego, contato com headhunters, recrutadores e consultores de recursos humanos, ou mesmo, na participação em cursos, feiras, congressos, conferências e palestras. O importante é adquirir novos conhecimentos e habilidades, e não se abater ou desenvolver algum problema de saúde”, pontua.
Se manter flexível e apto a trabalhar em áreas que não contemplem exatamente o campo de atuação usual ou ideal; saber organizar o próprio tempo; aprender a equilibrar os gastos; aprimorar sua capacitação e realizar algum trabalho voluntário, são algumas atitudes, que de acordo com Astrid Vieira, podem ajudar o trabalhador a enfrentar o desemprego e acelerar sua retomada profissional.
Para as pessoas que procuram abrir um negócio próprio, Astrid explica que é preciso investir em cursos de gestão e empreendedorismo, pois todas os problemas e benefícios desse novo investimento devem ser conhecidos. “Já para as pessoas que não querem ser empresários, mas querem atuar como colaboradores para outras empresas, é necessário que desenvolvam uma rede profissional de relacionamentos que seja eficiente, sólida e equilibrada”, conclui.
Então, faça seu login e tenha acesso completo:
09/05/2026 - Novo Desenrola: juros altos pressionam endividamento das famílias
08/05/2026 - Faturamento da indústria tem recuperação e sobe 3,8% em março
07/05/2026 - Indústria nacional varia 0,1% em março e acumula alta de 3,1% em 2026
06/05/2026 - Quase 30% dos microempreendedores individuais estão no Cadastro Único
05/05/2026 - Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 8 milhões nesta terça-feira
05/05/2026 - Prazo para tirar ou regularizar título de eleitor termina nesta quarta
04/05/2026 - Começam a valer penas maiores para furto, roubo e receptação
04/05/2026 - Lula anuncia novo Desenrola para quem ganha até R$ 8,1 mil
Voltar à lista de notíciasDiário de Penápolis. © Copyright 2026 - A.L. DE ALMEIDA EDITORA O JORNAL. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total do material contido nesse site.