07/07/2012
Para se concentrar na revanche com o arquirrival Chael Sonnen, contra quem defende o cinturão dos médios do UFC na madrugada de amanhã nos EUA, o brasileiro Anderson Silva abriu mão de contratos publicitários e até peitou a organização da luta. Foi contra o americano que o brasileiro fez seu duelo mais difícil desde que chegou ao UFC. Anderson sofreu um duro castigo por quatro assaltos e meio, para, nos minutos finais do combate, derrotá-lo com uma finalização. Para não desviar o foco da preparação daquela que é chamada de "luta do século" do MMA (artes marciais mistas), Anderson abriu mão de duas campanhas publicitárias que iriam ao ar às vésperas da revanche com Sonnen. Só aceitaria se não precisasse se desviar do itinerário que cumpriu nos últimos meses: de casa à academia. Justifica que não queria gastar tempo com a logística envolvida na gravação de uma peça publicitária. A empresa de marketing 9ine, que assessora o lutador, foi informada há cerca de dois meses de que ele não faria os comerciais. Até alguns pedidos do UFC foram colocados em segundo plano. A organizadora de lutas consultou Anderson para saber se ele poderia chegar com antecedência a Las Vegas para promover a luta. Ouviu "não" como resposta. Anderson chegou nesta semana a Las Vegas e ainda enxugou em cerca de 40% a programação de eventos apresentada pelo UFC.
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